Ok. Esse cara merece respeito.
Se não me falha a memória, semana passada assisti um vídeo onde colocavam o figura em um helicóptero para dar uma espiadinha mais ampla na Big Apple.
Pois pra Stephen Wiltshire isso foi (como tem sido) o suficiente para um painel de um-bocado-de-metros cheio de detalhes.
Não sei se isso foi ou não um desafio, não sei se desenhar uma cidade como Nova York em um painel gigantesco foi mais difícil do fazê-lo em Roma, ou Chicago, ou Sydney. Sei que é impressionante.
Alguém faça um maps com esse cara.
Na sequência… o tal vídeo da semana passada e as evoluções do desenho.
Essa é pra quem também tem o costume de ler uma porrada blogs diariamente e sente dificuldades em:
Abrir diariamente todas as referências
Filtrar o que de relevante foi postado nos últimos dias.
Três vivas para o Feedly. Ele é mais do que um simples leitor de RSS. A ideia é transformar seu feio, estático e bagunçado Reader em uma revista virtual com os conteúdos mais relevantes e bem classificados da sua lista de feeds.
A organização em categorias também é super simples – Drag em Drog e já era. Chega de ficar entrando em páginas de configurações para tentar colocar suas fontes de informações em pastas que levaram minutos para serem criadas. Três vivas para o Feedly.
Mas talvez a parte mais legal seja essa mini-barrinha que passa a acompanhar você pela web afora. Aqui é só clicar no respectivo botão para:
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São outra inúmeras funcionalidades. O conselho é fuçar e utiliza-las da forma que melhor se adaptam a sua forma de navegar. Como aqui não tem muso-da-web, pode acreditar na dica que essa quente (mesmo).
Por enquanto o Feedly está disponível apenas para Firefox, mas a versão para Chrome está quase pronta.
É o fato de ser possível sistematizar (mesmo que de forma crítica) os ideais da política americana, o sinal de que esses ideais existem.
Experimente fazer isso no Brasil e irá se deparar com uma ilustração da dança das cadeiras onde senhores sofrem com a artrite na hora de sentar, e pagam propina em troca de um assento estofado.
Publicado em Setembro 21, 2009 por Adriano Eliezer
“A falsidade do juízo não chega a ser para nós objeção alguma contra um juízo: é nisto que a nossa nova linguagem talvez soe mais estranha. A questão é até que ponto ele é fomentador da vida, conservador da vida, conservador da espécie, talvez inclusive melhorador da espécie; e nós estamos fundamentalmente inclinados a afirmar que os juízos mais falsos (entre os quais se incluem os juízos sintéticos a priori [aqui ele se refere a Kant]) são os mais imprescindíveis para nós, que sem uma aceitação das ficções lógicas, sem medir a realidade pelo mundo puramente inventado do absoluto, idêntico a si mesmo, sem uma constante falsificação do mundo através do número, o homem não poderia viver – que a renúncia a juízos falsos seria uma renúncia à vida, uma negação da vida. Admitir a inverdade como condição da vida: isso significa, sem dúvida, opor-se de uma maneira perigosa aos sentimentos de valor habituais: e uma filosofia que ousa isso, apenas por fazê-lo já se coloca além do bem e do mal”.